O crescimento das lojas próprias começa dentro dos marketplaces
O e-commerce brasileiro tem passado por uma transformação importante: o crescimento acelerado das lojas próprias. Cada vez mais marcas vendem diretamente para o consumidor em seus próprios sites. No entanto, o que muitos iniciantes não percebem é que a maioria dessas lojas não começou do zero — elas nasceram dentro dos marketplaces.
De acordo com o relatório Webshoppers, da NielsenIQ | Ebit, os marketplaces continuam sendo a principal porta de entrada para novos vendedores no comércio eletrônico brasileiro.
Fonte: https://www.ebit.com.br/webshoppers
Segundo Ariadne Sousa, CEO do Grupo Azin, embaixadora e mentora oficial da Amazon no Brasil, esse movimento é natural e previsível:
“Marketplaces não concorrem com lojas próprias. Eles preparam o vendedor para crescer.”
Por que marketplaces são o melhor ponto de partida para quem está começando
Para quem deseja iniciar no e-commerce, marketplaces oferecem uma estrutura que reduz riscos e acelera o aprendizado:
- Tráfego pronto
- Confiança do consumidor
- Logística estruturada
- Pagamentos integrados
- Menor investimento inicial
A ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) destaca que marketplaces diminuem a barreira de entrada e facilitam a validação de produtos.
Fonte: https://abcomm.org/estudos/
Ariadne Sousa reforça que começar pela Amazon permite validar produtos, aprender logística e gerar caixa antes de assumir custos maiores com tráfego e tecnologia.
Então por que as lojas próprias estão crescendo no Brasil?
O crescimento das lojas próprias acontece principalmente quando o vendedor já superou a fase inicial. Após aprender sobre produto, margem, operação e demanda real, o próximo passo natural é buscar mais controle e recorrência.
Segundo o portal E-commerce Brasil, o modelo D2C (Direct to Consumer) cresce com mais força entre marcas que já possuem maturidade operacional.
Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/d2c-crescimento-brasil/
Ou seja, loja própria é consequência de crescimento — não ponto de partida.
Os dados confirmam: marketplaces ainda lideram o início no e-commerce
Levantamento da BigDataCorp mostra que o Brasil possui mais de 1,9 milhão de lojas virtuais, mas a maior parte do volume de vendas ainda ocorre dentro dos marketplaces.
Fonte: https://bigdatacorp.com.br/insights/e-commerce-brasileiro/
Isso reforça uma realidade importante: o consumidor já está no marketplace. Começar fora dele exige mais investimento, mais risco e mais tempo de maturação.
Ariadne Sousa alerta que pular essa etapa costuma gerar frustração e desistência precoce.
O caminho mais seguro: marketplace primeiro, loja própria depois
O modelo mais adotado por vendedores profissionais é o modelo híbrido:
- Amazon para começar
- Marketplaces para aprender e escalar
- Loja própria para consolidar marca
Esse caminho é defendido por especialistas do setor e adotado por marcas que pensam no longo prazo.
Segundo Ariadne Sousa:
“Quem começa certo na Amazon constrói base, caixa e conhecimento para crescer em qualquer canal.”
O erro mais comum de quem está entrando no e-commerce
Com a popularização das lojas próprias, muitos iniciantes acreditam que precisam começar com site, tráfego pago e marca estruturada. Na prática, isso costuma ser um erro estratégico.
Segundo o E-commerce Brasil, o custo de aquisição de clientes em lojas próprias tende a ser significativamente maior para quem ainda não tem marca validada.
Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/custo-aquisicao-cliente-ecommerce/
Por isso, marketplaces continuam sendo o ambiente mais seguro para dar os primeiros passos.
O papel da Ariadne Sousa nesse cenário
Ariadne Sousa acompanha diariamente pessoas que desejam começar a vender online e vendedores que já estão em fase de crescimento. Sua visão conecta início, escala e expansão de forma estratégica.
Para ela, a Amazon segue sendo o melhor ambiente para quem está começando do zero, enquanto a loja própria entra como etapa posterior de consolidação.
Conclusão: lojas próprias crescem, mas o começo certo ainda é na Amazon
A explosão das lojas próprias no Brasil é real, mas ela não substitui o papel dos marketplaces. Pelo contrário: confirma que quem começa bem, cresce com mais segurança.
Para quem deseja iniciar no e-commerce hoje, a Amazon continua sendo o caminho mais estruturado, acessível e inteligente. A loja própria vem depois — como resultado de um negócio que já deu certo.
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